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Música da Legião vira clipe para O Homem Do Futuro

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O som oitentista da Legião Urbana continua sendo mote para o renovado cinema nacional.

Desta vez quem bebeu dessa fonte foi o diretor Cláudio Torres, ao incluir a música "Tempo Perdido" na trilha do filme O Homem Do Futuro, uma comédia romântica, que tem estreia prevista para 02 de setembro de 2011.

Para promover O Homem Do Futuro, foi liberado um clipe do filme em que Alinne Moraes e Wagner Moura aparecem cantando a música "Tempo Perdido" do Legião Urbana, entremeados de cenas do filme.

É a mesma estratégia utilizada pela empresa de telefonia celular, Vivo, que recentemente obteve uma grande repercussão com um vídeo promocional em cima da música "Eduardo e Mônica", também da Legião Urbana.

No filme, Wagner interpreta Zero, um cientista meio pirado que acredita não ter sorte no amor. Tudo por causa de um fora que levou da personagem da Alinne.

Só pela música já vale a pena conferir o clipe.


Uma sequência para Curtindo a Vida Adoidado?

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A boa notícia para os cinéfilos e saudosistas de plantão é que o roteirista Rick Rapier está finalizando uma continuação do filme ícone dos anos 80, Curtindo A Vida Adoidado (Ferris Bueller's day off, 1986).

De acordo com o script que o Rapier escreveu por conta própria, a sequência intitulada Ferris Bueller 2: Another Day Off (Curtindo a vida adoidado 2), mostraria o protagonista, agora quarentão, como um famoso palestrante motivacional decidido a tirar mais um dia de folga.


Para quem não se lembra, o filme original foi dirigido pelo John Hughes (que era conhecido como o Steven Spielberg dos filmes adolescentes) e estrelado por Matthew Broderick.

Lançado em 1986, Curtindo A Vida Adoidado, conta as peripécias de um jovem que decide matar aula e curtir um dia inteiro de aventuras ao lado de seu melhor amigo e sua namorada.

Comenta-se que os interessados no roteiro do Rick Rapier está crescendo. Só nos resta esperar que o projeto saia realmente da gaveta.


O Spielberg dos adolescentes

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2009 foi um ano de muitas perdas.

Vimos desaparecer vários ícones dos anos 80, como Michael Jackson, o brasileiro Herbert Richers e o diretor americano John Hughes.

É sobre este último que quero falar hoje.

John Hughes foi o diretor de cinema que conseguiu, como ninguém, captar a alma dos anos 80.
E mais que isso, captar a alma dos jovens.

Por causa disso era conhecido pela alcunha de “Steven Spielberg dos filmes adolescentes”. Adolescentes - que fique claro - pelos personagens retratados, já que as histórias sempre foram bem assimiladas por qualquer geração.

Ah, e não devemos esquecer também a inegável contribuição do John Hughes para a divulgação da música pop de qualidade nos anos 80, refletidas nas excelentes trilhas sonoras de seus filmes. Enfim, Hughes deixou sua marca na história do cinema por ter dirigido clássicos como os listados a seguir:

- Gatinhas e gatões (Sixteen Candles, 1984), sua estreia no cinema. Interessante notar que vários atores desse filme se tornariam famosos nos anos seguintes, entre eles o John Cusack (vide 2012).

- O Clube dos cinco (The Breakfast Club, 1985). A trilha sonora desse filme trazia (Don’t You) Forget About Me, responsável pelo estouro mundial do grupo britânico Simple Minds. Azar de Bryan Ferry, que tinha se recusado a gravar essa música. Ele simplesmente perdeu a chance de atingir o primeiro lugar entre os singles nos EUA.
- Mulher nota 1000 (Weird science, 1985). Só pra constar, essa mulher era nada mais nada menos que a Kelly Lebrock, de A Dama de Vermelho (The Woman In Red, 1984). Esses dois filmes foram suficientes para transformar a Kelly no grande sex symbol dos anos 80.
- Curtindo a vida adoidado (Ferris Bueller's day off, 1986). Este, o filme dos anos 80 por excelência. E se você ainda não o assistiu é porque provavelmente voce é um monge budista eremita isolado do mundo desde 1986.
Na trilha sonora, três petardos decibélicos, destacando cenas marcantes no filme: O duo suíço Yello e aquela música do refrão maluco “bom, bom!”, Oh! Yeah.

Novela global se rende aos anos 80

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A trilha sonora de uma novela é fundamental, mas compô-la com músicas originais nem sempre é fácil. Essa dificuldade fez com que música inédita em novela se tornasse exceção.

Atualmente existe uma carência de canções sob encomenda, o que impulsiona a busca por reciclagens de hits antigos, mesmo que repaginados por artistas novos ou já consagrados.

A próxima temporada de Malhação optou por este caminho. E resolveu pegar carona, mesmo que tardiamente, no revival oitentista.

O principal argumento é embora a produção seja feita para os jovens, o público de 30 a 60 anos representa quase 60% de sua audiência.

Faz sentido. É o acontece - só que de maneira inversa - com o nosso De Volta Ao Circo Voador que, feito inicialmente pra uma galera que viveu a época, é também muito ouvido pela atual molecada.

Voltando ao que interessa: Malhação ID, que estreia dia 9 na Globo traz em sua trilha, 18 faixas de reciclagens do rock nacional dos anos 80.

Entre os homenageados estão Léo Jaime, Ultraje A Rigor, RPM, Ritchie, Lobão e Legião Urbana.

Fonte: O Estadão.

Ultraje na novela

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Confesso que eu não reconheci a banda. Apenas percebi que havia alguma coisa boa tocando na abertura da novela Bela, a feia, da TV Tropical / Record. Imaginei que fosse alguma promissora banda do novo rock nacional e fui buscar na net a sua identidade.

Descobri que era o bom e sempre novo Ultraje a Rigor!

A música se chama Bela, a feia, e não é de autoria da banda. É da lavra da dupla Mauro e Maurício Gasperini (quem??). Mas ficou ótima na voz de Roger e da galera.

Se você só assiste novela da Globo, confira aqui:


Atualização em 06.07.2015: O site dessa notícia (tvaqui.com.br) não está mais no ar e o link foi substituído por uma imagem de arquivo do Archive.org.

Dado no cinema

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Do blog Marjorie World:
"Acabamos de ficar sabendo que Dado Villa-Lobos, guitarrista do Legião Urbana em 1983, está fazendo a trilha sonora do Filme Malu de Bicicleta onde a Marjorie faz a personagem Sueli. O músico brasileiro é o autor das trilhas sonoras dos filmes O Homem do Ano (de José Henrique Fonseca), Bufo & Spallanzani (de Flávio Tambellini) – pela qual recebeu o prêmio de melhor trilha sonora no Festival do Cinema Brasileiro, em Miami – e Pro Dia Nascer Feliz (de João Jardim) – também vencedor do Kikito de Melhor Trilha Sonora no Festival de Gramado de 2006."